Jesus como Educador

FAÇA UMA MUDANÇA VISÍVEL

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FELIZ 2009

“O futuro ainda não existe, por isso dentro dele cabe todas as possibilidades”.

Saudemos 2009!

É o Novo Ano que chega, carregado de novos sonhos.

Que nossa saudação seja um cântico de esperança diante de um tempo de novas promessas e incríveis possibilidades.

Diante de más expectativas prenunciadas pela mídia, vamos juntos virar a mesa de nossos pensamentos e reescrever uma sinfonia de esperança, carregada de fé, paixão e ação.

Não há crise que suporte a ousadia do trabalho acrescida de fé e coragem.

Celebremos juntos a arte do aventurar-se por novos caminhos, construindo novos pensamentos, abrindo novas janelas, administrando nossas emoções e reeditando velhos filmes em nosso inconsciente. Reescrevendo uma nova história de realizações.

Isso pode ser resumido nesta frase: “Ousadia da esperança”.

Lembremos que nossa vida é fruto de escolhas.

Libertemo-nos das armadilhas do passado.

Diante das tempestades o Conformista se amedronta, enquanto os Vencedores alçam vôos de maiores realizações.

Que em 2009, você experimente em todas as áreas de sua vida realidades crescentes de constantes melhorias.

Maximize seus dons e talentos.

Energize suas habilidades.

Descubra e libere as funções mais nobres de sua inteligência.

Que 2009 venha a ser um tempo de novas conquistas, tanto no teatro psíquico, quanto no ambiente social, familiar e profissional.

Lembre-se de abençoar o que você quer.

Agradecer a Deus, por antecipação, o que se deseja. Ter certeza de que Deus nos dará, se for para a nossa plena felicidade.

E, sobretudo, celebrar com toda a força do nosso ser a dádiva da vida que Deus nos deu gratuitamente.

Pois apesar de tudo, viver continua ainda a ser um espetáculo imperdível!

Que o Autor da Vida, o Mestre por Excelência abençoe você e toda sua família.


Amauri Cardoso ( na Inteligência Multifocal de Augusto Cury)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Bom dia

"O amor se expressa como sentimento que se expande, irradiando, harmônia e Paz, terminando por gerar plenitude e renovação íntima"
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na sua condição de Amante e não Amado.
(Joanna de Ângelis)


Acredito que só podemos ser amados pelas pessoas, se antes nós amamos as pessoas....
Um abraço Fraternal com muito carinho, amor e paz!!!!
Muita Alegria nos nossos corações e muita União de nossas amizades verdadeiras e fraternas.
Um excelente dia abençoado por Deus à todos
Carla Delquiare

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Festa de encerramento de ano na Escola Municipal "Jardim Cláudio" - Cotia - SP


Nesta quinta-feira, 11 de dezembro, a Escola Municipal "Jardim Cláudio" teve um dia explêndido, onde a Fraternidade foi o tema de todas as apresentações de final de ano. Foi elaborado com a participação das crianças um painel com o tema do "Bom Samaritano" que serviu como pano de fundo. Havia na lateral uma árvore de natal feita pelos alunos. A coordenadora colocou para todos o tema da Fraternidade como Prática Pedagógica que foi desenvolvido durante todo o ano, tecendo explicações sobre a "Arte de Amar" de Chiara Lubich e sobre o jogo do "Dado do Amor". Houveram apresentações teatrais onde as crianças representaram para os pais e comunidade, que não mediram esforsos em comparecer apesar da chuva que foi derramada durante todo o dia. Foram muito tocantes os temas voltados sempre à "Arte de Amar", com a apresentação das frases: amar primeiro, amar a todos, amar aquele que é difícil, ver alguém especial em cada um, fazer-se um com o outro e colocar-se no lugar do outro. Posteriormente, houveram apresentações musicais, com bélissimas coreografias, provocando inclusive a participação dos pais e da comunidade com as crianças. Finalizando as crianças da pré-escola cantaram um música elaborada por elas e jogaram o "Dado do Amor", contando experiências que fizeram na Escola e com a Família sobre cada uma das frase sorteadas. Em todas as apresentações focou-se o natal como uma festa cristã, que não significa apenas ganhar presentes e comer panetone, mas que aguardamos o nascimento e o renascimento de Jesus entre nós. Foi um clima harmonioso, cheio de momentos fecundos de muito amor e fraternidade.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A ARTE DE AMAR

Em um clima muito fraterno as crianças foram os grande protagonistas na apresentação condução dos trabalhos na Feira Cultural da Escola Municipal Francisca Manoel de Oliveira - Cotia - SP.
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FEIRA CULTURAL 2008 - EM FRANCISCA MANOEL DE OLIVEIRA - COTIA - SP

O DADO DO AMOR

A difusão da Arte de Amar entre os alunos da 1ª série, alunos da Prof. Marluce, irradiou em toda a Escola os frutos de uma experiência cotidiana.

Além dos trabalhos aconteceu uma linda apresentação musical as crianças comovendo todos os presentes.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A chama do Verdadeiro Amor que nos invade.

Eu acredito que o Amor é o mecanismo do ser, quando ele se instala no ser humano, de imediato temos uma sensação de prazer que se representa naturalmente através de uma alegria, vitalidade, adquire força para a luta do dia e os grandes desafios, aureolado de ternura e paz. Pra mim a vida é todo um aprendizado. Estou aprendendo a amar o próximo, como a mim mesma, estou aprendendo a perdoar, etc... É uma terapia do bem que propiciam tambem a paz de consciência. Procuro uma energia positiva na minha vida.Nada é fácil, somos seres humanos e parece que as pessoas estão cada vez mais sem saber o real sentido da vida. Procuro todos os dias ouvir aquele voz (doce e suave) de dentro de mim e transmitir para as pessoas ao meu redor.
Carla Regina Delquiare - carla.gabi@hotmail.com

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

EXPERIÊNCIA DA PROFESSORA SÔNIA POSSEBON DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO - SP

Experiência da Sônia Possebon - São José do Rio Pardo
Professora pré-escola – contadora de histórias

Durante anos trabalhando como professora na pré-escola acabei desenvolvendo um gosto especial pelas histórias da literatura infantil. Isto me tornou uma “contadora de histórias”.
Ano passado a Secretaria de Educação me convidou para sair da sala de aula e trabalhar como contadora de histórias em todas as escolas da rede pública como um projeto. Eram 24 escolas.
Antes de aceitar o convite conversamos sobre as necessidades de projeto (transporte, figurino, horários especiais, etc). Tudo foi disponibilizado. Passei a viajar em uma Van que me buscava em casa. Eram mais de 2.500 crianças recebendo as histórias. Passava por 7 escolas por dia em sessões que duravam de 10 a 15 minutos.
No começo fui muito fotografada, saí nos jornais muitas vezes, e isto incomodava um pouco mas dava para conviver.
Era um trabalho cansativo pelas viagens, mas muito alegre durante as apresentações, principalmente nas escolas de zona rural, onde eu nem sabia que existiam escolas. Às vezes viajava mais de 1 hora para chegar ao lugar, mas era uma festa. As crianças quando viam a Van passar lá no alto da porteira gritavam “ A contadora de histórias”! Quando chegava perto eles estavam arrumadinhos embaixo de uma árvore esperando. Hora de ir embora a festa era a mesma. Acenavam até a Van desaparecer no morro.
Para mim era tudo de bom e sonhava terminar o projeto contando histórias de Natal (as minhas favoritas inclusive a do presépio).
Mas quando chegou setembro sem mais e sem menos recebi a notícia que o projeto havia sido interrompido.
Junto às responsáveis foi me passado uma única alternativa – “por lei eu poderia retornar para a sala de aula”.
Logo pensei na substituta que assumiu a minha sala. Era uma jovem recém-formada e me senti responsável por ela, já que eu estava na outra extremidade (bem perto da aposentadoria).
Ela estava feliz com esta oportunidade e talvez a interrupção de seu trabalho lhe trouxesse tristes conseqüências pessoais para sua carreira e não seria nada pedagógico e humano para os alunos.
Decidi não aceitar o retorno e disse “não quero voltar, quero que a colega termine o trabalho que começou e nem venha a saber o que aconteceu comigo.”
A única saída foi então cumprir o horário na escola que estou vinculada. No começo foi muito difícil conviver com comentários. Um dia uma professora me viu sentada na sala dos professores e falou “assim é fácil ganhar o salário”. Uma outra colega mais próxima me disse “como você agüenta ficar assim?”, respondi-lhe – “não é isso que sinto. Estou bem. Minha colega está concluindo o trabalho dela.”
Mas dentro de mim nasceu a certeza – “não importa o cargo, a função, não concluir o projeto, o que importa é permanecer no amor no momento presente.”
Um dia sentada no corredor o telefone tocou. Ninguém apareceu para atender. Era a oportunidade que eu tinha para amar. Atendi, chamei o responsável, anotei recados. E assim fui me lançando a ajudar onde fosse preciso. Lavar banheiros, varrer a quadra, encapar cadernos para colegas, enfim...
Quando as colegas perceberam a minha disponibilidade em servir, passaram a pedir coisas e eu atendia com amor. Um amor imediato.
Um dia a colega pediu “você pode fazer um desenho nestas folhas, ou melhor, um painel?”
Respondi – “posso é só você me explicar.” Ela então explicou. Você vai colando estas folhas até ficar do tamanho da parede aí você desenha uma arca.”
Passei horas em cima daqueles papéis e para desenhar precisei deitar sobre eles. Todos acharam a arca linda. Ela foi fundo de cenário para a festa das crianças.
E assim o tempo foi passando. Uma outra professora escreveu uma história com os alunos e me convidou para a festa de encerramento, onde eu apareceria contando a história para seus alunos. Era surpresa para eles ouvirem a própria história pela contadora.
Bem próximo do dia da festa precisei me ausentar para uma cirurgia. Quando a colega soube ficou preocupada, pois o principal da festa não aconteceria. Então lhe disse par não se preocupar, que eu voltaria a tempo.
Faltando meia hora para a festa cheguei à escola. O meu médico autorizou e até se envolveu um pouco com esta questão. Coloquei a roupa do mágico por cima das faixas da cirurgia no seio. Tinha meia hora também para aprender a história.
As crianças ficaram maravilhadas ao perceberem que eu contava a história deles, e a colega não sabia como agradecer. Os pais realizados e alegres.
E assim terminou o ano letivo.
Meu marido então disse – “ agora você volta para sua sala e esquece estas coisas de contar histórias.”
Chegou o dia da atribuição das classes. Eu sendo a mais velha em tempo de serviço fiquei em 1º lugar na classificação e então escolhi a melhor sala, o melhor horário, tudo de melhor.
Mas uma colega ficou muito descontente e chorou, fez escândalo, foi várias vezes na secretaria reclamar e se recusava assumir se não fosse no período desejado.. Esta colega foi aquela que fez a observação – “é fácil ganhar o salário assim sentada.”
A secretária da educação sem saber o que fazer mandou me chamar e colocou a situação. Então imediatamente respondi – “a professora precisa ficar feliz! Onde ela quer ficar. Dê minha sala a ela (era a que correspondia às suas reinvidicações).
“E você? Perguntou a secretária. Respondi – veja o que sobrou eu fico.
Assumi o horário que não queria, a sala mais numerosa e mais difícil da escola.
O tempo foi passando e eu não conseguia esquecer as histórias.
Em consulta de rotina o médico sugeriu. Por que você não grava um DVD? Ele pode chegar em todas as escolas.
Não tive dúvidas procurei saber custos e dividi em 3 cotas para arrumar apoio cultural.
Andei muito e consegui rápido 2 cotas, mas a 3ª não conseguia, até pensei que não era vontade de Deus pra mim. Andava e procurava em todos os lugares sem sucesso.
Um dia passando em frente à Secretaria da Educação me ocorreu um pensamento – “será aqui. Mas logo apaguei esta possibilidade lembrando do que aconteceu com o projeto.”
Quando estava já próxima de casa, retornei o carro e decidi voltar à Secretaria pelo menos para comunicar a idéia. Era a oportunidade de zerar o coração e começar de novo salvando o s nossos relacionamentos. Era isso que importava.
Ao chegar fui muito bem recebida. Expliquei a idéia e a necessidade, e como resposta ouvi - “Se a Secretaria da educação não puder te ajudar eu como secretária farei isso. Você mora no nosso coração.”
Naquele momento o céu veio à terra. Disse a mim mesma – “ Nem precisava gravar mais nada. Está tudo certo.”
Então tudo que pedi foi autorizado. Pedi para gravar com meus alunos e no dia da gravação foi uma festa, pois todos queriam participar com seus alunos. Ficou apertado mas conseguimos. Virou uma platéia,na minha frente, alegre e feliz como eu.
No dia que este trabalho ficou pronto (DVD) fui buscar na hora do almoço. À tarde já havia vendido 10 unidades. Era a resposta do amor de Deus.
Hoje já gravei o nº 2 e as vendas continuam acontecendo e estou me preparando para gravar o de Natal.
O médico recebeu um de presente , em uma outra consulta que fiz, e na mesma hora colocou no computador para assistir.
O meu marido se envolveu com a idéia e hoje trabalha na produção deste material.
E a experiência continua.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Carta de uma professora de Nilópolis – RJ (Professora Fátima Amaral)

                          Caros amigos,

   Gostaria de partilhar com vocês uma experiência vivida, concluída e com frutos.

Embora distante das reuniões não me sinto afastada, e com um pouco mais de dificuldade(claro sem a comunidade..rs..) dou meus passos.

   Diga-se de passagem, que foi uma experiência feita em família e este é o meu ponto de vista desta experiência, claro que cada um de nós, da família tem os nossos passos, e embora o fruto seja o mesmo, a experiência diante de si mesmo e de Deus é particular, por isso conto a minha.

   Meu irmão estava desempregado já por algum tempo, conseguindo empregos temporários que desestruturavam seu emocional e de toda à família. Por um longo período via aquela felicidade em seu rosto depois de três meses aquele problema...

    Tivemos a idéia, de investir em sua formação já que a área que ele tinha escolhido está quase extinta, ou é uma função acumulada por uma pessoa em uma empresa. Então ele foi fazer faculdade de Matemática, com que dinheiro? Não sei. Mas, até antes dele conseguir pagar a sua faculdade mamãe fez as experiências dela.

   Mas pense um rapaz jovem já tinha trabalhado em uma multinacional, por que não conseguia emprego?

   Comecei a perceber que Jesus queria também a minha preocupação concreta, todo mundo já tinha se habilitado a conseguir emprego para ele, eu sempre sofri com ele mas arregaçar as mangas e ir a luta ainda não.Percebi que muitas vezes cobrava dele como se ele não fosse competente,porém o AMO de uma maneira inexplicável, mas não é por que moramos com a mamãe, somos irmãos que o amor é óbvio.Amor é feito de atos e ações, foi assim que Chiara iluminou para mim as palavras de Jesus.

   Então continuamos naquela situação de desemprego, porém com uma esperança: ele vai se formar, vai ter uma profissão. Só que já estava ficando muito apertado para pagar a faculdade. E eu rezava...rs...

   No meio do ano passado ouve um problema com o trabalho de férias de uma aluna minha e a mãe me ligou, com aquela história de “ Ama teu próximo como a ti mesmo” me comprometi em levar o trabalho na casa da aluna, pois era uma aluna com muita dificuldade.Quem trabalha em escola sabe que este tipo de visitas aos pais não é muito bem visto pelo estabelecimento de ensino, porém por Jesus...Fui...

   Esta menina era já no meio do ano, uma candidata à reprovação, pois não sabia ler. Então vendo o desespero daquela mãe e a afinidade da menina comigo me propus ir às férias ajudá-la, sem receber nada fui bem clara com a mãe.

Para que se possam entender melhor, somos duas professoras nesta série, e a menina tinha mais afinidade comigo. Como a Educação no Brasil, tem que ver com o emocional investi nisso.

Sei que após o término das ferias a menina estava lendo. Graças a ela.

   Num desses dias de aula particular a mãe da menina me contara que seu marido trabalha em um estaleiro no setor de seleção de funcionários... Mas eu, professora da menina, pedir um emprego para o meu irmão?Se isso vazar fico sem emprego também.

Também é muito difícil assumir a condição de quem precisa, é melhor dar... Também podia ficar devendo um favor a essa mãe, onde se pudesse vir em pauta à aprovação ou reprovação da menina, que não cabia a mim.

Neste dia fui para casa e refleti muito. E me veio em evidência:

“Entrega o teu caminho ao Senhor confie Nele e o mais Ele o fará”. Esqueci que era meu irmão e lembrei de Jesus, resgatar a alta estima, dar dignidade a Jesus que estava ali naquela criatura. Contei a história do meu irmão para a mãe da menina e ela pediu ao marido o emprego.

Porém podia ser um emprego daqueles temporários, que o marido arruma para agradar a mulher. Mesmo assim cheguei feliz em casa e senti que não ouve o eco que eu esperava.... Ufa, frustrante, com dificuldade compreendi que cada um reage de uma forma, fiz a minha parte. Levou algum tempo para ele ser chamado para entrevista... Acreditar.... Mas como é difícil... Lembro que estava no msn com minha irmã e juntas pedimos um milagre para Ginetta.

Ah, uma ressalva, bem antes de esta experiência acontecer mamãe comprou o livro de Ginetta ( que eu não li, ainda) e ele leu todo em poucos dias, ficou fascinado com sua garra e seu amor por Chira e Jesus Abandonado. Então com mamãe e ele fizemos um “concencerim”

( agora que me dei conta que não sei escrever esta palavra ,mas vocês entendem?) e pedimos o emprego.

Mas Jesus testou a minha confiança até o fim. Ele teve problemas na hora de abrir a conta, quase não consegue ficar por causa disso. E mamãe e ele já estavam achando que era uma justificativa do homem para não arrumar o emprego... Neste momento fiz um pacotinho, como aprendi, e mandei pra Jesus, e disse para o meu irmão que ele não precisava ir mais. Confiar... Eu pedi pra Deus... E um milagre para Ginetta. Mesmo assim ele continuou tentando até que conseguiu resolver, e ufa.. lhufas... Começou a trabalhar...Três meses de felicidade...mas...Ele tinha sido avisado que poderia ser ou não efetivado.

Mas uma vez....CONFIAR...Nossa, essa é a saga da confiança!

Depois dos três meses ficamos sabendo do verdadeiro milagre,quando ele foi contratado o rapaz fez a ficha dele como efetivo, então ele desde que entrou já era funcionário do Estaleiro, sem risco daquele emprego temporário.

     Quanto à menina, procurei ser o mais clara possível com a mãe, que se a menina não tivesse condições ela não passaria de ano. E depois das férias de julho, pensando também em ser verdadeira, com a instituição em que trabalho, fui conversar com minha supervisora e contei tudo para ela e disse que a menina estava lendo e ela disse que não via problema algum naquela minha atitude, só que eu não tirei férias... rs...rs...

    Pra mim desta experiência ficou o quanto eu devo treinar esse confiar em Deus, e que quantas vezes nós interrompemos os planos de Deus na vida dos outros, quando não fazemos bem a nossa parte. Deus tece essa a teia de amor e a gente ainda têm coragem de não acreditar, é mole?

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Conclusão do 3º Módulo do Curso "A FRATERNIDADE COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA"

Mais uma etapa do Dado do Amor vencida.
Foram 50 (cinquenta) participantes com diversas experiências e histórias sobre o mais sincero e profundo Amor.
Pudemos celebrar a vida e nos conhecer de uma maneira muito especial.
A cada encontro o grupo crescia e forjava-se na fraternidade, fazendo experiências nas escolas e além dos muros escolares.
Estamos rumando para o IV Módulo com o objetivo de construir uma Escola e uma Cidade mais Fraterna.


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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

FORUM DE EDUCAÇÃO - VARGEM GRANDE PAULISTA - SP

A arte de amar

O ser humano é um ser em relação. Com a Revolução Francesa, os princípio da liberdade e igualdade foram bastante desenvolvidos, porém a fraternidade ficou em segundo plano, e o individualismo crescente fez com que a dimensão das relações humanas ficassem atrofiadas.
Se queremos promover a paz temos que recuperar a dimensão da fraternidade alimentada pelas relações interpessoais.
Tornaram-se bastante conhecidos os 4 pilares da educação, enunciados por Jacques Delors: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver. Sobre os dois primeiros existem várias tentativas com sucesso. Mas e os outros dois? É justamente na tentativa de aprender a ser e aprender a conviver, que a Arte de amar pode nos apresentar pistas muito eficazes.
O amor está impresso no DNA de cada ser humano. O amor tem origem em Deus.
O ser humano criado por um ser pessoal que é amor, tem em si a necessidade de amar e ser amado e encontra a sua realização em “ser para”, viver em função de... O ser pessoa se manifesta nesta dimensão.
O amor verdadeiro não é um mero sentimentalismo, mas algo que se exprime em gestos concretos, prescindindo do fato de a outra pessoa ser classificada pelas suas qualidades ou defeitos, idéias ou crenças. É um amor que faz desmoronar estes critérios, expressão de uma mentalidade velha, ou seja, dominada pela lógica do egoísmo, que vê o outro não como um irmão em humanidade, mas como um inimigo, ou apenas um estranho.
O amor cristão potencializa esta capacidade de amar. As suas características são:

1- O amor verdadeiro ama a todos, não faz distinção de pessoas, é um amor universal sem barreiras, discriminações ou exclusões. Para este amor não existe o simpático e o antipático, o bonito e o feio, o grande e o pequeno, aquele que é da minha terra ou estrangeiro. Todos são dignos deste amor.

2- O verdadeiro amor tem uma outra qualidade: Toma a iniciativa, que significa não esperar ser amado para amar, não esperar um sorriso ou um sinal de consentimento, mas dar o primeiro passo, ir ao encontro do outro. Este modo de amar, nos expõe em primeira pessoa, é uma atitude arriscada porque não sabemos qual será a reação do outro. Mas se queremos desenvolver a capacidade de amar que Deus colocou no nosso coração, temos que fazer como ele que inventou mil maneiras para nos amar.

3- Vê (Jesus) alguém especial em cada um, que significa reconhecer o semblante sobrenatural, a presença de Deus em cada pessoa, valorizando somente o positivo.
Jesus mesmo disse: “Tudo aquilo que fizeres ao menor dos teus irmãos é a mim que o fazes.”Em todos, bons ou maus, pequenos ou grandes, posso reconhecer o semblante de Jesus.

4- Ama o inimigo – Este amor derruba as barreiras e cria pontes construindo a paz. Com esta atitude de quem paga o mal com o bem, cria-se uma corrente de amor que nem o mal pode romper. Não basta a ausência de guerra para que exista a paz. É preciso amar mesmo se isto nos custa. A paz pede a superação da categoria do inimigo, de qualquer inimigo. Ela supõe a vivência da Regra de Ouro presente em todas as religiões: “Faça ao outro aquilo que gostaria que fosse feito a você e não faça ao outro aquilo que não gostaria que fosse feito a você”.

5- Sabe fazer-se um com os outros. Se alguém sofre, sofre com ele, se alguém se alegra, sabe alegrar-se com ele. Carregar os seus pesos. Este não é um amor platônico, sentimental. É preciso viver o que o outro vive, entender realmente os seus problemas, as suas exigências entrar na sua pele, solidarizando-se com ele. Debruçar-se sobre o irmão. Não se trata de uma atitude externa, só de aparência, mas de relacionamentos que exigem envolvimento sincero e profundo.

6- O amor recíproco, é o resultado deste amor, o amor que retorna, retribuindo o amor recebido. É quando o outro responde com o amor ao nosso amor, desta maneira criam-se relacionamentos de confiança, transparentes, verdadeiros, duradouros, porque de ambas as partes existe o mesmo esforço.


Para atuar a Arte de Amar na Escola, o dado é um instrumento pedagógico valioso. A experiência tem demonstrado que a sua prática se constitui numa verdadeira Pedagogia, pois os seus desdobramentos produzem novas relações sociais, aprendizagem mais eficiente, envolvimento da família, solidariedade.
A partir da socialização das experiências, cria-se o coletivo na sala de aula, pois os alunos entre si e com o professor, passam a se conhecer mais profundamente.
O aluno deixa de ser objeto da aprendizagem e passa a agir em primeira pessoa. Através desta prática que tem uma dimensão lúdica, porque envolve o desafio, estimula a cooperação, aumenta-se a auto-estima individual e coletiva e isto estimula a aprendizagem

A educação para a Paz e a liberdade passa pela educação da vontade. É importante para deslocar o eu auto-centrado em direção ao outro, criando os fundamentos da reciprocidade.
A Arte de amar é um treinamento contínuo para colocar o outro em primeiro lugar, libertando-nos do egoísmo e tornando-nos capazes de viver a fraternidade universal.

(Baseado na Arte de Amar de Chiara Lubich, organizado por Rosa Maria Ayter)

O DADO DO AMOR

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

A PROFESSORA

Depois de ter concluído o magistério, em 1938, Sílvia [o nome de batismo de Chiara Lubich] preparou-se para continuar os estudos em vista de fazer um curso de filosofia. Como seus pais fossem pobres, ela prestou um concurso para obter uma das trinta e três vagas gratuitas da Universidade Católica, imaginando que ali poderia realizar seu sonho. Mas classificou-se em trigésimo quarto lugar; ou seja, por um ponto não conseguiu a vaga. Foi um fracasso; ela, porém, percebeu que Deus dizia à sua alma: “Serei eu o teu mestre”.
Naquele mesmo ano, ela começou a trabalhar como professora primária num vilarejo distante, no meio das montanhas, em Castello de Osana, no Val del Sole, onde lhe confiaram as quatro primeiras séries mistas. Assim que chegou ao lugar, pôs-se à disposição da paróquia para qualquer atividade. O pároco ficou muito surpreso e feliz ao ver uma professora dispondo-se a ajudar com tanto interesse.
Elena Molignoni, uma jovem de quinze anos – hoje focolarina [já falecida] –, ficou fascinada por aquela professora que ia à igreja todos os dias, e seguiu-a muitas vezes a fim de observá-la rezando, pois – notava ela – rezava de maneira nova.
Elena era uma boa cristã, mas nunca imaginara que alguém pudesse ser tão fortemente atraído por Deus como aquela professora. Assim, pediu a Ele que a fizesse conhecê-la.
Foi o pároco quem aproximou Elena de Sílvia, com a intenção de que esta formasse a moça para que, quando necessário, ela pudesse substituí-la.
Quando se encontraram, Elena ficou surpresa com o modo por que foi acolhida. Jamais uma professora tratara uma aluna assim. Sílvia revelou interesse por sua família e por tantas outras questões que lhe diziam respeito. Deixou-a falar longamente, eliminando, dessa forma, todo e qualquer embaraço, inclusive aquele gerado pelo dialeto – às vezes, o mais difícil.
Elena saiu de lá com uma grande alegria e lembrou-se do provérbio: “Quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro”.
Assim como Elena, muitas jovens do povoado desejavam conhecer dona Sílvia, especialmente para adquirir aquela alegria inexprimível que havia em seu rosto e na sua voz. A voz que lhes falava de Deus, de Jesus Eucaristia e dos mistérios da fé, que impressionava pela limpidez e pela simplicidade com que aproximava os homens do Eterno. Ademais, às jovens que se preparavam para o casamento e aos jovens mais maduros, ela falava também do sacramento do matrimônio e de sua beleza.
Um dia, o pároco teve uma crise de apendicite. Pediu que chamassem Sílvia, em lugar do médico. Sílvia convenceu-o a chamar imediatamente o médico, que o levou ao hospital com urgência.
Com a ausência do pároco e por ordem dele, Sílvia organizou na igreja uma novena do Espírito Santo. Todos ficaram fascinados com aquela voz cheia de entusiasmo e fervor.
No ano letivo de 1940-1941, ela foi convidada a lecionar em Trento, na Obra Seráfica. Mudou-se para aquela cidade, mas manteve-se unida às jovens de Castello por meio de cartas quase semanais, cartas que elas, à noitinha, ao regressarem da árdua lide no campo, liam juntas, adquirindo, em unidade, uma vida nova. Nessas cartas, ela ensinava a meditar, a cultivar a pureza e a fortaleza, a servir o próximo… Falava de seu trabalho, contava que produzia em seus alunos uma participação contínua na vida da Igreja, o que naqueles tempos queria dizer partilhar dos sofrimentos dos católicos poloneses.
Ela ensinava notadamente a viver. A religião foi feita para a vida, não para a morte. De fato, naqueles dias, a “anti-religião” preparava sua missão: o aumento dos cemitérios. E, a fim de assegurar vitória, combatia o cristianismo.
Desde que Sílvia começou a ministrar aulas no ensino fundamental, ela já entendia muito bem aquele jogo e, por isso, ensinava essa alternativa (a religião para a vida, não para a morte). Na prática, ela mostrava a essência da doutrina. Para ela, a escola consistia, antes de tudo, em amar os seus alunos e, por amor, fazer-se igual a eles.
Igual, não de modo superficial, mas por uma profunda identificação de alma.
Durante as aulas nas salas pobres do colégio, ela sentava-se ao lado dos alunos do primeiro ano, sentava com eles na carteira, e estes acabavam considerando-a uma amiga, embora a amassem como uma superiora. Uma superiora que lhes dava Jesus e lhes transmitia a vida. Assim, ela “fazia-se um” com eles, e era-lhe espontâneo ficar no meio deles. Direcionava seu ensino ao “fazer-se um” “com os pequenos”. Todas as semanas, escolhia um lema extraído do Evangelho que estivesse de acordo com os alunos e propunha-lhes que o vivessem juntos. Cada dia falava-lhes, contava suas experiências e também suas deficiências. Assim, envolvidos por sua ingenuidade e confiança, também eles contavam suas experiências. Era uma comunhão de alma com as crianças que ela confirmava e concluía recordando que Jesus perdoa sempre. Não os forçava na instrução religiosa: amava a liberdade de seus alunos e queria sempre que a religião fosse uma escolha livre. Dessa forma, Deus não era imposto, mas nascia de seus corações.
Eram educados para a vida! Modesta e recolhida, ela entrava na sala de aula sem impor-se aos alunos, em algazarra e baderna. Dirigia-se à mesa e, à medida que ia passando, as vozes se calavam e o silêncio reinava; o sagrado estava entrando, e eles o percebiam.
Falava-lhes em voz baixa e fazia cada coisa com distinção, de tal forma que a alma deles se conformava com a alma dela, e se acalmavam. A disciplina tornava-se efeito da reverência, atmosfera e convivência com Deus; não se escutava uma voz sem que ela tivesse solicitado.
E pensar que na mesma sala havia duas classes: a da primeira e a da quinta séries! Mas Sílvia sabia “fazer-se um” com as crianças que estavam começando e sabia “fazer-se um” com as que estavam entrando na adolescência. Quando tinha de ensinar às crianças, os adolescentes ficavam contemplando ou faziam exercícios, em silêncio, numa atitude de proteção. E, vice-versa, quando os maiorzinhos liam ou aprendiam, os pequenos olhavam ou faziam tarefa, com ares de admiração.
Bastava um olhar dela e seu modo de tratá-los para que eles se aquietassem e se disciplinassem. Isso acontecia porque aplicava o método didático de Jesus: santificar-se a si mesma para santificar os outros, amar cada um como a si mesma. Para ela, a aula significava a realização da vontade de Deus; era, portanto, um ato sagrado. Preparava-se cuidadosamente, com perfeição, estabelecendo previamente o desenrolar da aula, minuto por minuto, de modo que nada fosse deixado ao acaso. Compreendia que um erro poderia estragar o encanto e comprometer toda a matéria.
De forma que as aulas eram sempre novas e cheias de atrações, e assim tornavam-se um jogo, por serem vivas.
Se a aula era um jogo, então as peças desse jogo eram as próprias crianças. A aula era feita por elas e para elas, sob a amistosa condução da professora, que se fundia em uno com elas. Por exemplo, para explicar as plantas e seu comportamento, não usava figuras; saía com os alunos para fora, para o ar livre, nas campinas, nos bosques, e fazia-os ver e amar as árvores, os pinheiros e as margaridas, as colinas e as águas. Se tinha de dar uma aula de geografia, não podendo levá-los às ilhas e continentes, como teria desejado, personificava os rios e os países com os alunos e montava uma coreografia.
E quando, à tarde, as crianças se debruçavam sobre a carteira e dormiam por duas horas, ela passava entre elas como um anjo, na ponta dos pés, rezando o terço de mãos postas. Se elas a vissem, lembrar-se-iam do Paraíso.
E se, por acaso, ela visse uma delas acordada, acariciava-a e reclinava sua cabeça sobre a carteira. Depois, confiava-as a Jesus, uma por uma. Cobria-as de amor, também para o futuro, quando, órfãs, sem afeto, entrariam para a vida.

Igino “Foco” Giordani

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Projeto desenvolvido pela EM "Elydia Scopel Cremonezzi"


Foi aprovado pela Supervisão de Ensino da Secretaria de Educação, Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Cotia, o projeto "Fraternidade como Prática Pedagógica" desenvolvido pela Escola Municipal "Elydia Scopel Cremonezzi", tendo por objetivo envolver todos os agentes do processo educativo, integrando-os na realização de um trabalho criativo , reflexivo, participativo e democrático, cuja finalidade é a reflexão sobre uma nova intenção a cada gesto nosso em favor do próximo, seja ele quem for, assim nos preparando para cada dia da vida, entesourando bens que a traça não corrói:



  • Implantar uma cultura de paz;


  • Resolver nossos conflitos reeditando arquivos da memória, através do registro de novas experiências sobre as experiências negativas;


  • Mudar o conceito de felicidade, onde lidera a satisfação do desejo individual (egoísmo, individualismo);


  • Educar a sociedade através dos alunos;


  • Valorizar cada momento em nossa vida;


  • Resgatar e defender os valores da "Arte de Amar" (ser o primeiro a amar, amar a todos, amar os inimigos, amar servindo, amor recíproco)

Coordenadora do Projeto:


Angelina Fabiana Alves de Carvalho - Professor Coordenador Pedagógico.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Centro Educacional "Yveth Nader Cavalcante"


Ao procurar este curso fui atraída pela proposta de poder levar valores às crianças, transformar os meus alunos e a Unidade Escolar onde trabalho, tendo por objetivo irradiar o amor.

Vivemos em tempos conturbados, onde a violência rouba a cena a todo momento.

Com o curso sobre "A Fraternidade como Prática Pedagógica" passamos a conhecer um pouco sobre o Movimento dos Focolares, que através de Chiara Lubich nos fez observar e participar de uma nova perspectiva: o "AMOR".

Amar ao próximo, ser o primeiro a amar, colocar-se no lugar do outro, mais que palavras, são mandamentos de um sábio que passou por este mundo à alguns anos atrás.

Vivenciar o amor.

Praticar o amor de uma maneira ampla para atingir os corações mais difíceis. É um desafio, mais do que isso, uma meta a ser alcançada se quisermos um mundo melhor.

Se conseguirmos praticar a fraternidade mudaremos a nós mesmos e as pessoas.


Prof. Sonia E. de Andrade

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A AFETIVIDADE COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO


"(...) como professor (...) preciso estar aberto ao gosto de querer bem aos educandos e à própria prática educativo de que participo. Esta abertura de querer bem não significa, na verdade que, porque professor, me obrigo a querer bem todos meus alunos de maneira igual. Significa, de fato, que a afetividade não me assusta que tenho de automáticamente selar o meu compromisso com os educandos, numa prática especifica do ser humano. Na verdade, preciso descartar como falsa a separação radical entre "seriedade docente" e "afetividade". Não é certo, sobretudo do ponto de vista democrático, que serei tão melhor professor quanto mais severo, mais frio, mais distante e "cinzento", no trato dos objetos cogniscíveis que devo ensinar." (Freire, 1996, p. 159)

Um dia lindo

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Dia das Mães especial.

O "Dado do Amor" foi presenteado pelos alunos da Escola Municipal "Elydia Scopel Cremonezzi" .

Foram momentos de muita confraternização onde a Pedagogica da Fraternidade foi amplamente aplicada, com explicações sobre a "Arte de Amar" e troca de experiências.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

REGRAS DE COMUNICAÇÃO

“A FRATERNIDADE COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA”


REGRAS DE COMUNICAÇÃO
(Elaborado por Maria e Raimundo Scotto)

Falar de si e não do outro, sem mascarar os próprios sentimentos. Um exemplo:”eu sofri ontem”... e não: “você me fez sofrer”;

Ninguém é capaz de ler o pensamento do outro. Comunicar os próprios desejos e as outras expectativas;

Ser claros na mensagem. “Você gostaria de sair?”. Se vier um não, ficamos desiludidos, mas na verdade era uma pergunta que pressupunha uma resposta negativa. Talvez teria sido melhor dizer: “Eu gostaria de sair, o que você pensa?”

Evitar mensagens duplas. Estar muito atentos para que a mensagem que damos com as palavras não seja contradita pelos gestos ou pela atitude (por exemplo: aceitar lavar os pratos, ficar de cara feia e, quando vem a pergunta “o que você tem?” responder: “nada, nada”);

Não interromper quando o outro fala;

Não se servir de alusões, ironia, subentendidos e ridicularizações;

Não remexer o passado;

Tratar de um assunto de cada vez;

Esperar cinco (5) segundos antes de responder;

Evitar afirmações absolutas (nunca, jamais, sempre...)

Ir além das afirmações negativas do outro, procurando colher o verdadeiro conteúdo da mensagem;

Mergulhar na situação do outro, viver o outro;

Certificar-se de que a mensagem foi entendida;

Escutar com atenção profunda e sincera, sem ficar logo pensando na resposta a ser dada (útil também em relação aos filhos);

Colocar de lado os pré-julgamentos (“já o(a) conheço, sei como ele(a) é”, ou as respostas que quero dar antes de escutar as suas motivações (buscar sempre os pontos positivos do outro, aprender a fazer um elenco deles).

domingo, 11 de maio de 2008

Uma novidade


COMO TUDO COMEÇOU


(O texto abaixo foi extraído do livro “O Evangelho não falha! Fatos do dia-a-dia, Doriana Zamboni, pp. 133 a 135).

O início.

Em 22 de janeiro de 1920, em Trento (Itália), nasce Chiara Lubich, a segunda de quatro filhos. A mãe é católica e o pai socialista.
Com pouco mais de vinte anos, é professora primária e, movida por uma busca apaixonada da Verdade, começa a estudar filosofia na Universidade de Veneza. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando tudo desmorona, compreende que só Deus permanece. Em 17 de dezembro de 1.943, ela faz de Deus-Amor (cf. 1 João 4,8) o Ideal de sua vida, escolhendo-o como único Tudo. A data assinala convencionalmente o início do Movimento.
No dia 13 de maio de 1944, Trento sofre um dos mais violentos bombardeios. Também a casa dos Lubich é atingida. Enquanto seus familiares se refugiam nas montanhas, Chiara decide continuar na cidade para não abandonar a nova vida que está despontando.
Entre os escombros, abraça uma mulher enlouquecida pela dor, que pranteia quatro parentes seus mortos. Chiara reconhece então um chamado a abraçar a dor da humanidade. Dias depois, encontra um apartamento, que divide com as suas primeiras companheiras.
Durante os bombardeios, elas levam consigo para os abrigos antiaéreos somente um exemplar do Evangelho. As palavras que ele encerra se iluminam com uma luz nova. Chiara e as suas companheiras sentem-se impelidas a traduzi-las imediatamente em vida.
É com os pobres de Trento que tem início aquilo a que Chiara chama “uma divina aventura”. “Cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (Mateus 25,40). Dividem com os pobres tudo o que possuem. Em plena guerra, chegam a elas, com abundância fora do comum, mantimentos, roupas e remédios, suprindo inúmeras necessidades. Experimentam a realização das promessas do Evangelho: “Daí e vos será dado (Lucas 6,38); “Pedi e vos será dado” (Lucas 11,9). Daqui brota a convicção de que no Evangelho vivido está a solução de todos os problemas pessoais e sociais.
“Conhecemos os gravíssimos desníveis que pesam sobre a humanidade: existem nações que buscam apenas o consumismo, o ‘ter’ mais que o ‘ser’, com todas as suas conseqüências; e outras nações, super povoadas, oprimidas por necessidades angustiantes”. “É preciso difundir a cultura da partilha”. “É a cultura do Evangelho: “Dai e vos será dado””. “Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada no vosso regaço”(Lc 6 38). “Esta é a palavra que pode oferecer remédio, dar novamente equilíbrio ao nosso planeta”.
“Se todos vivessem o Evangelho, os grandes problemas do mundo não existiriam, porque o Pai Eterno intervém e as promessas de Jesus se realizam: “Dai e vos será dado””. “É o que experimentamos a cada Dia”.
(Chiara Lubich)



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