Jesus como Educador

FAÇA UMA MUDANÇA VISÍVEL

sábado, 31 de maio de 2008

Respeitar e aprender com as diferenças

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Centro Educacional "Yveth Nader Cavalcante"


Ao procurar este curso fui atraída pela proposta de poder levar valores às crianças, transformar os meus alunos e a Unidade Escolar onde trabalho, tendo por objetivo irradiar o amor.

Vivemos em tempos conturbados, onde a violência rouba a cena a todo momento.

Com o curso sobre "A Fraternidade como Prática Pedagógica" passamos a conhecer um pouco sobre o Movimento dos Focolares, que através de Chiara Lubich nos fez observar e participar de uma nova perspectiva: o "AMOR".

Amar ao próximo, ser o primeiro a amar, colocar-se no lugar do outro, mais que palavras, são mandamentos de um sábio que passou por este mundo à alguns anos atrás.

Vivenciar o amor.

Praticar o amor de uma maneira ampla para atingir os corações mais difíceis. É um desafio, mais do que isso, uma meta a ser alcançada se quisermos um mundo melhor.

Se conseguirmos praticar a fraternidade mudaremos a nós mesmos e as pessoas.


Prof. Sonia E. de Andrade

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A AFETIVIDADE COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO


"(...) como professor (...) preciso estar aberto ao gosto de querer bem aos educandos e à própria prática educativo de que participo. Esta abertura de querer bem não significa, na verdade que, porque professor, me obrigo a querer bem todos meus alunos de maneira igual. Significa, de fato, que a afetividade não me assusta que tenho de automáticamente selar o meu compromisso com os educandos, numa prática especifica do ser humano. Na verdade, preciso descartar como falsa a separação radical entre "seriedade docente" e "afetividade". Não é certo, sobretudo do ponto de vista democrático, que serei tão melhor professor quanto mais severo, mais frio, mais distante e "cinzento", no trato dos objetos cogniscíveis que devo ensinar." (Freire, 1996, p. 159)

Um dia lindo

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Dia das Mães especial.

O "Dado do Amor" foi presenteado pelos alunos da Escola Municipal "Elydia Scopel Cremonezzi" .

Foram momentos de muita confraternização onde a Pedagogica da Fraternidade foi amplamente aplicada, com explicações sobre a "Arte de Amar" e troca de experiências.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

REGRAS DE COMUNICAÇÃO

“A FRATERNIDADE COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA”


REGRAS DE COMUNICAÇÃO
(Elaborado por Maria e Raimundo Scotto)

Falar de si e não do outro, sem mascarar os próprios sentimentos. Um exemplo:”eu sofri ontem”... e não: “você me fez sofrer”;

Ninguém é capaz de ler o pensamento do outro. Comunicar os próprios desejos e as outras expectativas;

Ser claros na mensagem. “Você gostaria de sair?”. Se vier um não, ficamos desiludidos, mas na verdade era uma pergunta que pressupunha uma resposta negativa. Talvez teria sido melhor dizer: “Eu gostaria de sair, o que você pensa?”

Evitar mensagens duplas. Estar muito atentos para que a mensagem que damos com as palavras não seja contradita pelos gestos ou pela atitude (por exemplo: aceitar lavar os pratos, ficar de cara feia e, quando vem a pergunta “o que você tem?” responder: “nada, nada”);

Não interromper quando o outro fala;

Não se servir de alusões, ironia, subentendidos e ridicularizações;

Não remexer o passado;

Tratar de um assunto de cada vez;

Esperar cinco (5) segundos antes de responder;

Evitar afirmações absolutas (nunca, jamais, sempre...)

Ir além das afirmações negativas do outro, procurando colher o verdadeiro conteúdo da mensagem;

Mergulhar na situação do outro, viver o outro;

Certificar-se de que a mensagem foi entendida;

Escutar com atenção profunda e sincera, sem ficar logo pensando na resposta a ser dada (útil também em relação aos filhos);

Colocar de lado os pré-julgamentos (“já o(a) conheço, sei como ele(a) é”, ou as respostas que quero dar antes de escutar as suas motivações (buscar sempre os pontos positivos do outro, aprender a fazer um elenco deles).

domingo, 11 de maio de 2008

Uma novidade


COMO TUDO COMEÇOU


(O texto abaixo foi extraído do livro “O Evangelho não falha! Fatos do dia-a-dia, Doriana Zamboni, pp. 133 a 135).

O início.

Em 22 de janeiro de 1920, em Trento (Itália), nasce Chiara Lubich, a segunda de quatro filhos. A mãe é católica e o pai socialista.
Com pouco mais de vinte anos, é professora primária e, movida por uma busca apaixonada da Verdade, começa a estudar filosofia na Universidade de Veneza. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando tudo desmorona, compreende que só Deus permanece. Em 17 de dezembro de 1.943, ela faz de Deus-Amor (cf. 1 João 4,8) o Ideal de sua vida, escolhendo-o como único Tudo. A data assinala convencionalmente o início do Movimento.
No dia 13 de maio de 1944, Trento sofre um dos mais violentos bombardeios. Também a casa dos Lubich é atingida. Enquanto seus familiares se refugiam nas montanhas, Chiara decide continuar na cidade para não abandonar a nova vida que está despontando.
Entre os escombros, abraça uma mulher enlouquecida pela dor, que pranteia quatro parentes seus mortos. Chiara reconhece então um chamado a abraçar a dor da humanidade. Dias depois, encontra um apartamento, que divide com as suas primeiras companheiras.
Durante os bombardeios, elas levam consigo para os abrigos antiaéreos somente um exemplar do Evangelho. As palavras que ele encerra se iluminam com uma luz nova. Chiara e as suas companheiras sentem-se impelidas a traduzi-las imediatamente em vida.
É com os pobres de Trento que tem início aquilo a que Chiara chama “uma divina aventura”. “Cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (Mateus 25,40). Dividem com os pobres tudo o que possuem. Em plena guerra, chegam a elas, com abundância fora do comum, mantimentos, roupas e remédios, suprindo inúmeras necessidades. Experimentam a realização das promessas do Evangelho: “Daí e vos será dado (Lucas 6,38); “Pedi e vos será dado” (Lucas 11,9). Daqui brota a convicção de que no Evangelho vivido está a solução de todos os problemas pessoais e sociais.
“Conhecemos os gravíssimos desníveis que pesam sobre a humanidade: existem nações que buscam apenas o consumismo, o ‘ter’ mais que o ‘ser’, com todas as suas conseqüências; e outras nações, super povoadas, oprimidas por necessidades angustiantes”. “É preciso difundir a cultura da partilha”. “É a cultura do Evangelho: “Dai e vos será dado””. “Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada no vosso regaço”(Lc 6 38). “Esta é a palavra que pode oferecer remédio, dar novamente equilíbrio ao nosso planeta”.
“Se todos vivessem o Evangelho, os grandes problemas do mundo não existiriam, porque o Pai Eterno intervém e as promessas de Jesus se realizam: “Dai e vos será dado””. “É o que experimentamos a cada Dia”.
(Chiara Lubich)



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