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segunda-feira, 26 de maio de 2008

A AFETIVIDADE COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO


"(...) como professor (...) preciso estar aberto ao gosto de querer bem aos educandos e à própria prática educativo de que participo. Esta abertura de querer bem não significa, na verdade que, porque professor, me obrigo a querer bem todos meus alunos de maneira igual. Significa, de fato, que a afetividade não me assusta que tenho de automáticamente selar o meu compromisso com os educandos, numa prática especifica do ser humano. Na verdade, preciso descartar como falsa a separação radical entre "seriedade docente" e "afetividade". Não é certo, sobretudo do ponto de vista democrático, que serei tão melhor professor quanto mais severo, mais frio, mais distante e "cinzento", no trato dos objetos cogniscíveis que devo ensinar." (Freire, 1996, p. 159)

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