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sexta-feira, 16 de maio de 2008

REGRAS DE COMUNICAÇÃO

“A FRATERNIDADE COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA”


REGRAS DE COMUNICAÇÃO
(Elaborado por Maria e Raimundo Scotto)

Falar de si e não do outro, sem mascarar os próprios sentimentos. Um exemplo:”eu sofri ontem”... e não: “você me fez sofrer”;

Ninguém é capaz de ler o pensamento do outro. Comunicar os próprios desejos e as outras expectativas;

Ser claros na mensagem. “Você gostaria de sair?”. Se vier um não, ficamos desiludidos, mas na verdade era uma pergunta que pressupunha uma resposta negativa. Talvez teria sido melhor dizer: “Eu gostaria de sair, o que você pensa?”

Evitar mensagens duplas. Estar muito atentos para que a mensagem que damos com as palavras não seja contradita pelos gestos ou pela atitude (por exemplo: aceitar lavar os pratos, ficar de cara feia e, quando vem a pergunta “o que você tem?” responder: “nada, nada”);

Não interromper quando o outro fala;

Não se servir de alusões, ironia, subentendidos e ridicularizações;

Não remexer o passado;

Tratar de um assunto de cada vez;

Esperar cinco (5) segundos antes de responder;

Evitar afirmações absolutas (nunca, jamais, sempre...)

Ir além das afirmações negativas do outro, procurando colher o verdadeiro conteúdo da mensagem;

Mergulhar na situação do outro, viver o outro;

Certificar-se de que a mensagem foi entendida;

Escutar com atenção profunda e sincera, sem ficar logo pensando na resposta a ser dada (útil também em relação aos filhos);

Colocar de lado os pré-julgamentos (“já o(a) conheço, sei como ele(a) é”, ou as respostas que quero dar antes de escutar as suas motivações (buscar sempre os pontos positivos do outro, aprender a fazer um elenco deles).

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