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domingo, 11 de maio de 2008

Uma novidade


COMO TUDO COMEÇOU


(O texto abaixo foi extraído do livro “O Evangelho não falha! Fatos do dia-a-dia, Doriana Zamboni, pp. 133 a 135).

O início.

Em 22 de janeiro de 1920, em Trento (Itália), nasce Chiara Lubich, a segunda de quatro filhos. A mãe é católica e o pai socialista.
Com pouco mais de vinte anos, é professora primária e, movida por uma busca apaixonada da Verdade, começa a estudar filosofia na Universidade de Veneza. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando tudo desmorona, compreende que só Deus permanece. Em 17 de dezembro de 1.943, ela faz de Deus-Amor (cf. 1 João 4,8) o Ideal de sua vida, escolhendo-o como único Tudo. A data assinala convencionalmente o início do Movimento.
No dia 13 de maio de 1944, Trento sofre um dos mais violentos bombardeios. Também a casa dos Lubich é atingida. Enquanto seus familiares se refugiam nas montanhas, Chiara decide continuar na cidade para não abandonar a nova vida que está despontando.
Entre os escombros, abraça uma mulher enlouquecida pela dor, que pranteia quatro parentes seus mortos. Chiara reconhece então um chamado a abraçar a dor da humanidade. Dias depois, encontra um apartamento, que divide com as suas primeiras companheiras.
Durante os bombardeios, elas levam consigo para os abrigos antiaéreos somente um exemplar do Evangelho. As palavras que ele encerra se iluminam com uma luz nova. Chiara e as suas companheiras sentem-se impelidas a traduzi-las imediatamente em vida.
É com os pobres de Trento que tem início aquilo a que Chiara chama “uma divina aventura”. “Cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (Mateus 25,40). Dividem com os pobres tudo o que possuem. Em plena guerra, chegam a elas, com abundância fora do comum, mantimentos, roupas e remédios, suprindo inúmeras necessidades. Experimentam a realização das promessas do Evangelho: “Daí e vos será dado (Lucas 6,38); “Pedi e vos será dado” (Lucas 11,9). Daqui brota a convicção de que no Evangelho vivido está a solução de todos os problemas pessoais e sociais.
“Conhecemos os gravíssimos desníveis que pesam sobre a humanidade: existem nações que buscam apenas o consumismo, o ‘ter’ mais que o ‘ser’, com todas as suas conseqüências; e outras nações, super povoadas, oprimidas por necessidades angustiantes”. “É preciso difundir a cultura da partilha”. “É a cultura do Evangelho: “Dai e vos será dado””. “Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada no vosso regaço”(Lc 6 38). “Esta é a palavra que pode oferecer remédio, dar novamente equilíbrio ao nosso planeta”.
“Se todos vivessem o Evangelho, os grandes problemas do mundo não existiriam, porque o Pai Eterno intervém e as promessas de Jesus se realizam: “Dai e vos será dado””. “É o que experimentamos a cada Dia”.
(Chiara Lubich)





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