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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Parabéns Escolas Solidárias

Aprendizagem em primeiro lugar. As 3.863 escolas que vão receber o Selo 2009 demostraram por meio de seus projetos e ações como a solidariedade tem reforçado a aprendizagem dos alunos.
Atividades propostas de acordo com a proposta pedagógica estão motivando alunos, professores e diretores a se envolver em assuntos relativos à comunidade escolar e despertando o interesse de jovens e crianças pelos estudos.
Nesta edição do Selo foram reconhecidas escolas públicas e particulares de todas as redes de ensino e de todos os estados brasileiros.
Acesse www.facaparte.org.br/selo2009/buscasite/ e veja quais são as Escolas Solidárias 2009. Todas elas vão receber o Kit Selo Escola Solidária composto por certificado, quatro cartazes e CD. O material será enviado às escolas a partir do mês de outubro.
O Selo Escola Solidária é um projeto do Instituto Faça Parte, feito em parceria com o MEC, o Consed, a Undime e a Unesco. Realizado a cada dois anos, já reconheceu mais de 20.500 escolas em todo o país.
Valorizar para melhorar
(...) O Selo não é mais um projeto para a escola, mas a valorização do que ela já faz para melhorar a qualidade de seu ensino integrado a uma prática social. “É o que chamamos de Voluntariado Educativo, uma maneira de dar significado aos saberes escolares e à vivência de valores por meio do desenvolvimento de atividades sociais planejadas sem deslocar a escola da sua principal função: a de promover a aprendizagem e a formação para a cidadania, explica Katia Mori.
As escolas inscritas este ano tiveram a oportunidade de mostrar como conseguem driblar evasão e abandono escolar, despertar a vontade dos alunos para as questões curriculares e sociais, motivar a comunidade a se integrar à escola, e como isso tem refletido na evolução da aprendizagem.
Com o Selo, a comunidade escolar tem a chance de repensar as práticas socioeducativas e como elas poderiam agregar mais valor à formação integral do aluno.
O Selo Escola Solidária é um projeto do Instituto Faça Parte realizado em parceria com o MEC (Ministério da Educação), o Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), a Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação) e a Unesco.
Acontece desde 2003, a cada dois anos e nas edições anteriores já reconheceu 20.548 escolas públicas e particulares de todos os Estados brasileiros.
Selo Escola Solidária
Em 2003, o Instituto Faça Parte - em parceria com MEC, CONSED, UNDIME e UNESCO - iniciou um projeto para identificar e reconhecer as ações e projetos de Voluntariado Educativo desenvolvidos por escolas de Educação Básica de todo o país: o Selo Escola Solidária.
A cada dois anos, o Selo Escola Solidária reconhece boas iniciativas, ações e projetos solidários que mostram com criatividade e competência que é possível repensar a educação.
As experiências selecionadas revelam a força da articulação da escola como núcleo de cidadania em sua comunidade, melhorando a qualidade da educação que a escola oferece.
Em suas três edições foram reconhecidas 20.548 escolas de todos os Estados brasileiros.
Objetivos do Selo Escola Solidária
Reconhecer e fortalecer a escola como núcleo de cidadania em sua própria comunidade
Propiciar a troca de experiências e articulações entre escolas solidárias
Incentivar a prática de voluntariado educativo como ferramenta formativa
Qualificar a formação integral dos alunos
Rede de Escolas Solidárias
A Rede de Escolas Solidárias possibilita que escolas de todo país troquem experiências e, desta forma, enriqueçam seus projetos e transformem suas realidades. Além disso, a rede estimula a escola a refletir sobre sua própria prática pedagógica.
A rede representa um retrato da educação brasileira, uma vez que as escolas desenvolvem suas ações e projetos de acordo com suas realidades e necessidades sob uma ótica inclusiva, emancipadora e participativa.
A rede on-line apresenta os 7.473 projetos e ações reconhecidas com o Selo Escola Solidária 2007.
EEB WANDERLEY JUNIOR
Instituição: EEB WANDERLEY JUNIOR
Endereço: R OTTO JULIO MALINA 438
Cidade: SAO JOSE (SC)
CEP: 88111-500
Telefone: (48) 32460658
Que problema a escola quis resolver com esse projeto:
A escola acolheu o Projeto CRESCER DIREITO para divulgar temas relacionados ao Direito da Criança e do Adolescente, conforme a sua concepção atual (Doutrina da Proteção Integral), no intuito de enriquecer a formação social dos alunos de ensino médio. Também houve a preocupação em fomentar uma "cultura de paz" ao público-alvo, visto que episódios de violência (psicológica, física), de desrespeito e desmotivação eram comuns nas turmas. Além disso, objetivou viabilizar a integração entre o Direito (Curso de Pós-graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina - Núcleo NEJUSCA) e o ambiente escolar (alunos, professores, servidores, comunidade em geral), para uma integração em prol do desenvolvimento dos adolescentes envolvidos.
Descrição do Projeto:
Partindo da idéia de que a educação seria o melhor caminho para proteger crianças e adolescentes, ao fazê-los vivenciar o senso de responsabilidade e de autonomia, além de motivar adultos à prática do cuidado incessante perante seus pares, surgiu o Projeto Crescer Direito, na qualidade de atividade de extensão do Programa de Mestrado do Curso de Pós Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, desenvolvido e coordenado por uma aluna do mestrado, Mariana S. Miceli. Autorizado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UFSC, o Projeto vem se desenvolvendo na Escola de Educação Básica Wanderley Junior, no município de São José, desde março de 2008, com a finalidade de promover a integração entre mestrandos, alunos (adolescentes do ensino médio), professores, funcionários e a comunidade, através de atividades que prestigiam temáticas infantojuvenis. No ano de 2008, o Projeto congregou: a. atividades pedagógicas realizadas em sala de aula, periodicamente, na disciplina de Sociologia, sob orientação do Professor Mauro Teske; b. atividades extraclasse com os alunos; e, c. orientação jurídica individualizada e gratuita aberta à comunidade. No ano de 2009, por sua vez, o Projeto foi concentrado especialmente nas atividades pedagógicas em sala de aula, ministradas pela mestranda Mariana S. Miceli em módulos mensais de variados temas afetos à área infantojuvenil, com abordagem interdisciplinar dos conteúdos e práticas pedagógicas alternativas e dinâmicas. Desde o começo desta iniciativa, a proposta do Projeto tem sido aprimorada incessantemente para conseguir, em face das necessidades dos sujeitos envolvidos (alunos, pais, professores e funcionários), expor e debater os principais temas relacionados à infância e à adolescência, com vistas a desenvolver a consciência crítica, promover o desenvolvimento e autoconhecimento humanos e o exercício da responsabilidade e da autonomia.
Relação entre os saberes escolares e as práticas sociais:
No que concerne às aulas relacionadas ao Projeto, na disciplina de Sociologia, variadas temáticas são abordadas. A metodologia empregada, via de regra, conjuga a construção teórica (na forma expositiva) e práticas pedagógicas dinâmicas (como desenvolvimentos de jogos cooperativos, práticas corporais, atividades em equipe, filmes, músicas etc). Ao final das aulas, os alunos estabelecem quais foram as principais "conquistas" daquele momento em sala de aula e, nesta oportunidade, sintetizam a aprendizagem proporcionada pela interação conjunta com os demais alunos, com a professora (mestranda) e com o professor responsável da matéria.
Além disso, a orientação jurídica aberta e gratuita à comunidade, e o atendimento individual aos alunos em horário extraclasse ocorrem conforme a demanda, por meio do atendimento individual, no espaço escolar, no contraturno das aulas.
Resultados:
Após um ano de atividades, muitos detalhes do Projeto foram revistos a fim de que se mantivesse atualizado e pudesse melhorar o aproveitamento dos envolvidos. Houve uma preocupação especial com a comunicação entabulada entre os participantes, o que implica utilizar linguagem e abordagem adequadas à fase da vida em que se encontram. Também, o contato com os alunos é mantido para além dos muros da escola, a fim de criar uma rede de relações interpessoais que tenha o respeito mútuo como fundamento nas mais diversas situações práticas do cotidiano. Neste ensejo, criou-se uma página na internet para o projeto, bem como uma lista de discussão virtual (com os emails dos alunos). Ainda, desde o ano passado, o Projeto tem sido apresentado em diversos eventos científicos nacionais do ensino superior, em especial das áreas de Direito e de Educação. Por fim, o conteúdo será também relatado em dissertação de mestrado, com o suporte de relatórios e planos de aula, depoimentos de alunos, fotos etc.
O texto, a veracidade e a continuidade das atividades aqui relatadas são de responsabilidade da escola
Mariana S. Miceli

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Flashes do DVD "O Brasil de Chiara Lubich"

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A arte de amar não tem fronteiras

Jovem ituano participa de congresso na Índia
Henrique afirmou não haver barreiras entre brasileiros e indianos quando falam com o mesmo propósito
Em uma viagem de nove dias pela Índia, o jovem ituano Henrique Berni de Marque, de 17 anos, juntou-se a outros jovens representantes de vários países para transmitir a mensagem de união e amor ao próximo. Henrique, que está no 3º ano do Ensino Médio do Colégio Integral Itu – Guimarães Rosa, participou do Super Congresso, evento promovido anualmente pelo Movimento dos Focolares.
Ao todo, 13 brasileiros participaram do encontro, que reuniu jovens de 13 a 18 anos em uma universidade indiana. Lá, os participantes conferiram apresentações de música, dança, cultura, além de acompanhar testemunhos e experiências vividas pelos jovens pertencentes ao movimento. Henrique compartilhou um momento particular de sua vida com os demais.
“Falei sobre a sensação de ser assaltado, de ter compaixão pela pessoa que praticava esse assalto e ainda pela oportunidade de ter um objeto meu, devolvido pelo ladrão, depois de um pedido meu. Foi uma experiência única, em que pude perceber que sou vitorioso por ter a vida que tenho e ainda por saber tirar algo positivo de uma situação como essa”, afirmou o jovem.
Questionado pela dificuldade de se comunicar em um país desconhecido, Henrique afirmou não haver barreiras entre brasileiros e indianos. “Pude perceber que independente de cultura e idioma, quando falamos de um mesmo propósito, conseguimos transmitir e entender a mensagem”, explica o jovem dizendo que esta foi uma interação positiva em sua vida, uma oportunidade de fazer novas amizades além de obter uma riqueza cultural única.