Jesus como Educador

FAÇA UMA MUDANÇA VISÍVEL

sábado, 23 de abril de 2011

Fiquei muito feliz quando, olhando o caderno de tarefas escolares de uma priminha minha, a Júlia, em Maringá-PR, (na época com apenas 7 aninhos de idade), deparei-me com o dado do amor: em cada folha, uma lição que a escola pedia - "ver Jesus no outro", "ser o primeiro a amar", "amar a todos", "fazer-se um com o outro", "amar o inimigo"... Não lembro o nome da escola, senão citaria aqui. É maravilhoso ver estas sementes de Deus sendo plantadas nos coraçõezinhos por onde passamos, ainda mais em nossa família...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

RELATO DAS EXPERIÊNCIAS APRESENTADAS NO PERÍODO DA TARDE COLÉGIO DO PATROCÍNIO Dia 15 de abril de 2011 FRASE DO DADO DO AMOR – “FAZER-SE UM”

Depois da apresentação dramatizada da historinha “Cheiro de Chuva”, Revista CN de janeiro de 2011, foi feita, juntamente com alguns pares de crianças, a experiência de cego e de guia de cego. Ao chegarem de volta da caminhada em torno do pátio da escola, perguntamos para elas o que sentiram ao serem conduzidas por outra pessoa e o que sentiram como condutoras de uma pessoa que não enxerga.

Diziam: é muito difícil ser cego, pois dá medo. A grande maioria não gostou de ser cego. Preferiram ser guias, pois tinham a oportunidade de ajudar o outro.
LUCAS deu uma resposta diferente de todos. Ser cego é difícil, mas como cego eu tive a oportunidade de CONFIAR no outro.

CLASSE DA RITINHA – A classe da Rita tem aula de danças circulares uma vez por semana. Na última vez, um dos meninos, que nunca participa desta aula, percebeu que uma criança estava sem par. Então, ele se ofereceu para fazer par com ela. Assim, se fez um com o grupo de dança e o grupo o acolheu tão bem que ele prometeu dançar sempre, depois de, inclusive, experimentar o gosto de dançar.

CLASSE DA ELIANA – Duas alunas limparam o banheiro das meninas, deixando-o um “brinco”. A professora, então, procurou-as para saber porque haviam feito aquilo e elas disseram que pensaram em ajudar, uma vez que uma das funcionárias havia faltado naquele dia.

Percebemos, por meio dos diversos relatos das crianças, que elas estão compreendendo o que é colocar-se no lugar do outro e tomar a iniciativa de ajudar quando: na rua dão o braço a quem tem dificuldade em atravessá-la; dividem o lanche com quem não tem o que comer; se juntam para ensaiar a coreografia de uma música e a apresentam para os colegas; colaboram com limpeza da sala ou do pátio.

Maria de Lourdes